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Aficionados demais

Publicado em 14/01/2010 - Categoria: Indefinido

pen drive bala munição

A imagem pode parecer mais uma das (infelizmente) habituais apreensões feitas nas delegacias do Rio de Janeiro. Mas na verdade é mais uma daquelas invenções “xing-ling”, direto da China.

O que parece ser uma réplica de munição para fuzil calibre 5,56, ou uma granada ofensiva, na verdade não passa de um pen drive. Diz o produtor do brinquedo-utilidade, que o objeto preserva os dados gravados sob condições adversas: é a prova de calor, de frio, de choque, e se deixar ele fala até que resiste a um ataque nuclear (como as baratas, reza a lenda…).

Custa 20 dólares a unidade com 2Gb de capacidade de armazenamento, procurando no Google você encontra onde comprar.

É, no mínimo, curioso. Tem pen drive em formato de munição, de granada, de pistola e até de submetralhadora. Só louco.

pen drive pistola metralhadora granada

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14 comentários »

  • Arthurius Maximus comentou:

    Além de proibidos esses “mimos” são uma verdadeira inutilidade (a capacidade da maioria é baixa). E refletem apenas o mau gosto de quem os usa.

  • Soares comentou:

    Cara, e aquelas réplicas de pistolas que estão a venda numa cultelaria na rua da Carioca? São de ar comprimido mas são idênticas as de verdade. A venda disso não é proibida? Semana passada fui lá e estava ostentada na vitrine.

  • Patrícia. comentou:

    Existe a comercialização desse tipo de produto, porque existe a procura. Então, cabe à população ignorar esse material, apesar de sabermos que não é bem isso que ocorre. A violência na cabeça dessas pessoas é glamoureuse.

  • Aficionados demais | Blogosfera Policial comentou:

    [...] Aficionados demais janeiro 14th, 2010 A imagem pode parecer mais uma das (infelizmente) habituais apreensões feitas nas delegacias do Rio de Janeiro. Mas na verdade é mais uma daquelas invenções “xing-ling”, direto da China. O que parece ser uma réplica de munição para fuzil calibre 5,56, ou uma granada ofensiva, na verdade não passa de um pen drive. Diz o produtor do brinquedo-utilidade, que o objeto preserva os dados gravados sob condições adversas: é a prova de calor, de frio, de choque, e se deixar ele fala até que resiste a um ataque nuclear (como as b ler mais Salvar/Compartilhar [...]

  • Eduardo (Editor) comentou:

    Os caras inventam e tentam vender, se der certo ótimo para eles, senão, a linha de produção tem custo irrisório. Eu gostei mais de uma que imitava a garrafa da cerveja Heineken ;)

    Esse negócio de réplica de armas é uma baita confusão, acho que até na jurisprudência há divergência. Lembro que há poucos meses foram apreendidas algumas delas, mas o cara tinha registro na Prefeitura. Nem sei mesmo, melhor atuar com certeza, senão segura um abuso de autoridade… :/

  • leandro p. comentou:

    e ai Edu
    vc diz réplica daquele tipo ‘generico’ como de colecionador sem poder de fogo?

    outro dia estava vendo umas dessas na internet à venda sem restrição

  • Eduardo (Editor) comentou:

    leandro p.: os tribunais brasileiros consideram que arma que não tem potencialidade lesiva não é arma, ou seja, se não disparar, por defeito por exemplo, não pode ser considerada arma. Há aí alguma divergência, mas basicamente é isso.

    A antiga lei de armas (9.437/97) considerava crime UTILIZAR réplicas de armas para causar medo em alguém ou cometer crimes. Já a nova lei (10.826/03) extinguiu esse crime, e apenas proibe a fabricação, venda, a comercialização e importação de réplicas, mas não considera criminoso quem faz isso. Mas estabelece algumas exceções, para treinamento e colecionadores. Só que quem regula isso é o Exército, e eu não sei o que o Exército deixa ou não fazerem.

    Eu entendo que devem ser apreendidas essas réplicas, mas veja, é uma questão complexa. Não aconselho que um policial veja essas armas e as arrecade e leve para a delegacia, porque corre um sério risco de segurar um abuso de autoridade. Os locais de venda devem ser identificados, e instaurado procedimento de investigação, documentando tudo antes, e para evitar o risco de se ferrar, se o “dono” da loja tiver padrinhos políticos (isso é corriqueiro, o policial sempre se ferra), melhor pedir ao juiz um mandado de busca e apreensão. Depois ele que decida se aquele comércio de arma é legal ou não.

    Mais ou menos isso :)

    Enfim, o problema não é simples.

    Abraço.

  • leandro p. comentou:

    nao é simples nem um pouco hehehehe
    complexo assunto e mais complexo pela mudança de lei

    vou ate tentar me manter fora do debate :)
    e vou dar uma lida a fundo

    []s

  • Rafael comentou:

    Estou esperando o “prometido” post sobre a Core !

  • Eduardo (Editor) comentou:

    Tá certo leandro, se descobrir a resposta posta aí! :)

    Rafael: nem eu lembro que post é esse! :) Isso que dá ficar adiando as coisas e fazer muitas ao mesmo tempo hehe

  • BRADOCK comentou:

    Boa Noite Guerreiros e Guerreiras,

    “SE NÃO TIVER QUEM COMPRA, NÃO TERÁ QUEM VENDE, NEM TÃO POUCO QUEM FABRICA”. É fácil, extremamente fácil já dizia o poeta.

    Um fraternal abraço a todos.

    Bradock

  • geraldo comentou:

    n acho condenavel o camarada ja feito na vida comprar um
    pior q isso é um pai q presenteia o filho com umA pistola de brinquedo
    isso acontece desde q me entendo por gente

  • leandro p. comentou:

    nao vejo diferenca, geraldo
    se sou pai confio na educação que meu filho tem

    meu pai me educou corretamente e nao teria diferenca entre ele me dar uma bola de gude ou uma .40 de verdade… não é o objeto que desvirtua o homem, e sim o que ele faz

    muitos pais dao carros aos filhos com 18 anos e estes matam mais

    entretanto, um camarada, com 50 anos, ja é feito, porem se nao tiver carater uma arma de brinquedo é como uma de verdade – so que sem poder de fogo – mas o uso ilicito tera o mesmo efeito

  • Renato comentou:

    Mas se for pagodeiro pode…..

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