Entrega Rápida e Segura
Não dava para deixar de colocar essa. A Secretaria de Segurança comprou alguns fuzis calibre 7,62 para entregar ao Batalhão de Operações Especiais da PMERJ, o BOPE. Até aí, nada demais, afinal vivemos um clima de guerrilha urbana artificialmente produzida, para delírio do governo, que não parece se incomodar com isso.

Só que a última entrega foi recebida de maneira inusitada. As armas foram enviadas como se fossem objetos comuns, pelo Correio! Conteúdo da embalagem: 80 fuzis calibre 7,62 com cinco carregadores cada.
Seria cômico, não fosse trágica, a forma como a segurança pública é administrada no Brasil, e principalmente no estado do Rio de Janeiro. Mas não tem problemas, “vamos mandar investigar e os responsáveis serão exemplarmente punidos”… provavelmente é o que ouviremos.
Tão de brincadeira né!

Não. Com todo o respeito, você só pode estar de sacanagem!.
Se bem que li a notícia nO Globo. e passei a pensar que realmente a democracia não tem funcionado.
Só temos (povo) colocado imbecis no poder. Só tontos para administrar os recursos que geramos. Parece que a única solução seria substituir os inservíveis por servíveis, mas como?
Primeiro precisaríamos encontrar outros para colocar no lugar - mas será possível?
E depois de os encontrarmos, como faríamos para retirar os antigos?
Putz, depois dessa preciso de uma bebida.
A.L.D.
SERA VERDADE QUE TEVE FRAUDE NO CONCURSO, SERA QUE VAO COLOCAR FILINHOS DE ^”PAPAI”, MEU FILHO FEZ A PROVA. EMUITA GENTE QUE FEZ CURSINHO ALEGARAM E VIVA VOZ, QUE AS MATERIAS NAO TEVE NADA A VER COM O CURSINHO,PEDIRAM UM ABSURDO PARA O CURSO, QUE AGORA ESTOU COMECANDO A ENTENDER. QUERO SABER SE TEVE FRAUDE QUERO O DINHEIRO DE VOLTA.LUZIA
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Pense Nisso...
Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei.
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar...
(Martin Niemöller, 1933)