Outro Civil Assassinado

Com grande pesar, o CdP vem prestar homenagem póstuma ao Inspetor de Polícia Civil Sandro Luiz Gonzaga Fernandes Marques, covardemente assassinado por traficantes, depois de capturado enquanto voltava para casa.

Segundo informes, ele teria sido confundido com um policial militar reformado que trabalha (?) em uma delegacia, e que é fisicamente parecido com o policial civil, além de ter um carro idêntico.

Sandro entrou na Polícia Civil no último concurso, e estava trabalhando na Corregedoria da PCERJ. Ele era neto do saudoso Luiz Gonzaga, que tantas alegrias trouxe à todos nós através de suas músicas. O policial já tinha pedido exoneração do cargo de inspetor, ele ia sair da Polícia para trabalhar fazendo um documentário sobre o avô.

Mais uma tragédia que abate a tiragem fluminense, e cada vez mais parece que o fundo do poço é mais longe.

Notas da imprensa: do Globo e do Dia.

O vídeo abaixo é o clip “A Triste Partida”, interpretada por Luiz Gonzaga e Gonzaguinha.

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4 ideias sobre “Outro Civil Assassinado

  1. Engraçado isso. Usar a semelhança física como desculpa para assassinato.

    Sim, eu sei que não foi tu quem fez isso, mas está no texto. Enfim…

  2. Cidade Sitiada essa merda de RJ. não tem mais jeito. revolução armada. qui desiderat pacem, preparat bellum ( se queres a paz, prepara-te para a guerra). não tem mais jeito isso aqui. é a psicologia da bala q vai ter q ser aplicada.

  3. Bender: pois é. O que aconteceu é que um PM reformado, que se parece realmente com o policial assassinado (altura, cor, cabelo…) e tragicamente tem um carro idêntico, foi assaltado no mesmo local há alguns meses, foi baleado e baleou um dos marginais.

    Os caras, que voltaram ali para roubar (diante da falta de segurança pública no Rio), viram o carro, “reconheceram” o cara que matou um deles, e foram pra cima. Trágica coincidência neste estado sem governo.

    Del: é o que ocorre, se queres a paz, prepara-te para a guerra, contudo esta é uma missão de todos os cidadãos do Rio, independente de serem policiais, que devrão atuar da forma que lhes for possível, com manifestações e protestos, educação e respeito ao próximo, eleições, etc. Enquanto apenas uma parcela de policiais estiver na guerra, metaforicamente falando, não há suposição mais otimista do que o aumento da violência…

  4. Nunca, mas nunca, o que é errado será o certo nunca! Pra cada um tombado outros tantos o vingarão. jimym

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