“O SINDPOL manifesta o seu agradecimento às autoridades federais por terem realizado as investigações necessárias para o desmantelamento da organização criminosa que se manteve em atividade por longos anos na Chefia de Polícia. Por seu turno, lamenta, profundamente, que a iniciativa não tenha se dado em âmbito estadual, isto é, que os orgãos de controle internos e externos estaduais, tais como MPERJ, COINPOL, CGU, não tenham sido capazes de extirpar do nosso seio aqueles que se utilizaram da polícia estadual para se locupletar. Rogamos para que os acusados tenham seus direitos à ampla defesa e ao contraditório observados, de tal modo que a mais salutar justiça seja feita.”
Divulgação de Nota do SINDPOL
Escrito em 01/06/2008, por Eduardo/RJ — Categoria: Revolução PCERJ
O Caso de Polícia faz divulgar nota oficial do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro - SINDPOL:







2 comentários ↓
A Operação Segurança Pública S.A. encabeçada pela policia federal e a justificativa do procurador da ALERJ para a soltura do Dep. Álvaro Lins me fizeram refletir sobre um livro.
Ele se chama COMO ME TORNEI ESTÚPIDO, ed. Rocco, do francês Martin Page. Nele um homem desiste de se indignar e questionar sobre até que ponto vale ser leal a uma ideologia, a um diagnóstico de mundo, e especialmente a tentar intervir no mundo para transformá-lo.
Enfim, o personagem Antoine desiste de realizar um papel intelectual, como vocês fazem aqui nesse site, blog, de refletir, questionar, pensar.
O mundo desaponta-o de tal forma que Antoine prefere se tornar um estúpido, um idiota, porque assim a vida seria mais fácil, mais fácil de se conviver consigo mesmo, de se aceitar nossa omissão diária… nessa nossa viagem inconsequente pelo mundo do consumo cujo intinerário estamos dispostos a defender sob qualquer preço.
Soares, agradeço os adjetivos direcionados ao CdP, faz compensar o trabalho de manter o site.
Quanto à manter-se na ignorância, sem dúvida nenhuma é a melhor forma de vida. Vide o povo brasileiro, alegre, carnavalesco, sexual.
Mas tem gente que não consegue se desprender da realidade, como nós todos que insistimos em ficar debatendo por aqui.
Tem épocas em que me sinto angustiado, estressado. Daí percebo que é “excesso de informação”, e paro, por algumas semanas, de assistir aos telejornais e principalmente de ouvir rádios de notícias. É o remédio temporário
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