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	<title>Comentários sobre: O Homem da Faca e a Polícia Canadense</title>
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	<description>Polícia, Concurso, Artigos, Crônicas e Notícias</description>
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		<title>Por: Eduardo</title>
		<link>http://www.casodepolicia.com/2008/05/13/o-homem-da-faca-e-a-policia-canadense/#comment-3988</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 18:20:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casodepolicia.com/?p=639#comment-3988</guid>
		<description>Caros amigos, me sinto feliz de ver o nível dos comentários. Nem mesmo diante da provocação dissimulada do Adriano deixamos o nível cair.

Adriano, você não postou réplica aos comentários, na verdade nem sei se voltou para ler eventuais respostas. Acho importante que pessoas como você venham aqui, frequentem, e debatam, mesmo que sejam sempre do contra. De opiniões diversas, às vezes surge o consenso inteligente, e esse caminho deverá ser buscado. Claro que, para expor sua opinião, poderia se abster de provocações e generalizações, pois desvia o foco, mas ratifico o que sempre prego aqui: és bem vindo para contestar.

Benito, legal vê-lo de volta. O engraçado (pra mim) é que seus comentários, em 90% das vezes, concordam em parte com o que eu digo, mas sempre com algumas ressalvas. E na maioria das vezes suas ressalvas me convencem hehe o que me leva a repensar determinadas tendências.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros amigos, me sinto feliz de ver o nível dos comentários. Nem mesmo diante da provocação dissimulada do Adriano deixamos o nível cair.</p>
<p>Adriano, você não postou réplica aos comentários, na verdade nem sei se voltou para ler eventuais respostas. Acho importante que pessoas como você venham aqui, frequentem, e debatam, mesmo que sejam sempre do contra. De opiniões diversas, às vezes surge o consenso inteligente, e esse caminho deverá ser buscado. Claro que, para expor sua opinião, poderia se abster de provocações e generalizações, pois desvia o foco, mas ratifico o que sempre prego aqui: és bem vindo para contestar.</p>
<p>Benito, legal vê-lo de volta. O engraçado (pra mim) é que seus comentários, em 90% das vezes, concordam em parte com o que eu digo, mas sempre com algumas ressalvas. E na maioria das vezes suas ressalvas me convencem hehe o que me leva a repensar determinadas tendências.</p>
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	<item>
		<title>Por: Benito</title>
		<link>http://www.casodepolicia.com/2008/05/13/o-homem-da-faca-e-a-policia-canadense/#comment-3987</link>
		<dc:creator>Benito</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 14:30:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casodepolicia.com/?p=639#comment-3987</guid>
		<description>Primeiro queria parabenizar o Eduardo por sua volta &quot;com força total&quot; ao CDP, fiquei feliz em voltar de 12 dias viagem e ver a quantidade de post&quot;s sempre inteligentes colocados.

Com relação aos comentários, acho que não é nem 8 nem 80, entidades de direitos devem sim existir e fazem parte de uma sociedade participativa que procura exercer o controle externo de seu aparelho estatal repressor.
Falar que as entidades de Direitos Humanos só protegem bandido é uma generalização tão odiosa quanto dizer que todo policial é corrupto, ignorante e violento.
Claro existem as suas distorções, mas pelo menos em tese, o Policial deveria ter o Estado ao lado dele, o que torna a eventual vítima de violência policial, o lado hiposuficiente da relação, o que mereceria uma proteção &quot;maior&#039; do que do policial que agiu em nome do estado.
Quando trabalhei na Justiça Militar vi mais de um caso em que a atuação de entidades de defesa de direitos humanos foi decisiva para a responsabilização de PM`s que tinham vitimados inocentes.
É inegavel a &quot;vantagem&quot; que leva o policial, para fazer prevalecer sua versão, que a priori por sinal é sempre legitima,  basta ver que todos os registros de ocorrência de operações policiais são de &quot;resistência&quot;, tendo o policial como vítima.
Se não fosse a atuação de algumas entidades, muitos casos de violência policial ficariam impunes devido as condições sociais das vítimas.
Claro que na realidade as coisas não são tão bonitinhas assim, o policial é abandonado pelo estado, e algumas Ong`s só servem mesmo a interesses políticos e escusos, não raro financiados pela criminalidade.
De qualquer forma não se deve fazer uma critica generalizada a estas entidades.

O caso de Eldorado dos Carajás é meio emblemático, como já foi dito, despreparo, equipamentos inadequados e falta de comando, levaram a uma trágica operação policial.
Ocorre, que se no começo a ação policial poderia estar encoberta pela legitima defesa (até pq o primeiro disparo de arma de fogo foi feito pelos sem terra), a mesma se transformou em excesso, e por fim terminou em execução.
O que houve em carajás passou muito longe de simples legitima defesa, e não serve de exemplo, nem deve ser defendido.

Por fim, apesar de meio tímida, existe uma preocupação de parte das polícias no uso de equipamentos não letais, em São Paulo já é bem comum o uso de balas de borracha, spray de pimenta, e até em algumas GCM&#039;s andaram comprando armas de &quot;phasers&quot; e de espuma &quot;paralisante&#039;.
Pena que estamos a anos-luz de o uso de armas não letais ser uma questão prioritária, por enquanto devemos nos preocupar com os fuzis, metralhadores, granadas, lança foguetes....que são bem letais...

Agora o chamar o Brasil de &quot;republiqueta&quot; fala por si só....dispensa comentários.

Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro queria parabenizar o Eduardo por sua volta &#8220;com força total&#8221; ao CDP, fiquei feliz em voltar de 12 dias viagem e ver a quantidade de post&#8221;s sempre inteligentes colocados.</p>
<p>Com relação aos comentários, acho que não é nem 8 nem 80, entidades de direitos devem sim existir e fazem parte de uma sociedade participativa que procura exercer o controle externo de seu aparelho estatal repressor.<br />
Falar que as entidades de Direitos Humanos só protegem bandido é uma generalização tão odiosa quanto dizer que todo policial é corrupto, ignorante e violento.<br />
Claro existem as suas distorções, mas pelo menos em tese, o Policial deveria ter o Estado ao lado dele, o que torna a eventual vítima de violência policial, o lado hiposuficiente da relação, o que mereceria uma proteção &#8220;maior&#8217; do que do policial que agiu em nome do estado.<br />
Quando trabalhei na Justiça Militar vi mais de um caso em que a atuação de entidades de defesa de direitos humanos foi decisiva para a responsabilização de PM`s que tinham vitimados inocentes.<br />
É inegavel a &#8220;vantagem&#8221; que leva o policial, para fazer prevalecer sua versão, que a priori por sinal é sempre legitima,  basta ver que todos os registros de ocorrência de operações policiais são de &#8220;resistência&#8221;, tendo o policial como vítima.<br />
Se não fosse a atuação de algumas entidades, muitos casos de violência policial ficariam impunes devido as condições sociais das vítimas.<br />
Claro que na realidade as coisas não são tão bonitinhas assim, o policial é abandonado pelo estado, e algumas Ong`s só servem mesmo a interesses políticos e escusos, não raro financiados pela criminalidade.<br />
De qualquer forma não se deve fazer uma critica generalizada a estas entidades.</p>
<p>O caso de Eldorado dos Carajás é meio emblemático, como já foi dito, despreparo, equipamentos inadequados e falta de comando, levaram a uma trágica operação policial.<br />
Ocorre, que se no começo a ação policial poderia estar encoberta pela legitima defesa (até pq o primeiro disparo de arma de fogo foi feito pelos sem terra), a mesma se transformou em excesso, e por fim terminou em execução.<br />
O que houve em carajás passou muito longe de simples legitima defesa, e não serve de exemplo, nem deve ser defendido.</p>
<p>Por fim, apesar de meio tímida, existe uma preocupação de parte das polícias no uso de equipamentos não letais, em São Paulo já é bem comum o uso de balas de borracha, spray de pimenta, e até em algumas GCM&#8217;s andaram comprando armas de &#8220;phasers&#8221; e de espuma &#8220;paralisante&#8217;.<br />
Pena que estamos a anos-luz de o uso de armas não letais ser uma questão prioritária, por enquanto devemos nos preocupar com os fuzis, metralhadores, granadas, lança foguetes&#8230;.que são bem letais&#8230;</p>
<p>Agora o chamar o Brasil de &#8220;republiqueta&#8221; fala por si só&#8230;.dispensa comentários.</p>
<p>Abraços.</p>
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		<title>Por: Simpson</title>
		<link>http://www.casodepolicia.com/2008/05/13/o-homem-da-faca-e-a-policia-canadense/#comment-3955</link>
		<dc:creator>Simpson</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 May 2008 01:22:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casodepolicia.com/?p=639#comment-3955</guid>
		<description>Grande Adriano, não podemos comparar os Estados do PA, AM, AC e outros com os Ests. do RJ, SP, RS e/ou MG, e muito menos com o Canadá.
No Pará ou na Amazônia em geral os policiais não dispõe de equipamentos de defesa contra arma branca, tendo que se defender com o que é fornecido pelo Batalhão, ou seja se um &quot;cidadão&quot; atira uma pedra o policial pode efetuar um disparo de fuzil, pois é o que tem em mão no exato momento da injusta agressão.
Já nas grandes capitais existe a possibilidade de se pedir auxílio e aguardar por um grupo especializado em distúbios urbanos, e até a chegada de uma ambulância UTI, e no caso de Toronto, observe que o policial não sai da Vtr, mantendo os vidros abaixados e certamente não responderá pelos danos ao patrimônio, no máximo uma promoção, entretanto se a ocorrência for dentro do território brasileiro, posso lhe assegurar que o policial estará pendurado com uma sindicância e tendo que consertar a Vtr em questão. 
Falo em causa própria, e já perdi a conta de qtas vtrs consertei. mas repeito seu ponto de vista.

Simpson.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grande Adriano, não podemos comparar os Estados do PA, AM, AC e outros com os Ests. do RJ, SP, RS e/ou MG, e muito menos com o Canadá.<br />
No Pará ou na Amazônia em geral os policiais não dispõe de equipamentos de defesa contra arma branca, tendo que se defender com o que é fornecido pelo Batalhão, ou seja se um &#8220;cidadão&#8221; atira uma pedra o policial pode efetuar um disparo de fuzil, pois é o que tem em mão no exato momento da injusta agressão.<br />
Já nas grandes capitais existe a possibilidade de se pedir auxílio e aguardar por um grupo especializado em distúbios urbanos, e até a chegada de uma ambulância UTI, e no caso de Toronto, observe que o policial não sai da Vtr, mantendo os vidros abaixados e certamente não responderá pelos danos ao patrimônio, no máximo uma promoção, entretanto se a ocorrência for dentro do território brasileiro, posso lhe assegurar que o policial estará pendurado com uma sindicância e tendo que consertar a Vtr em questão.<br />
Falo em causa própria, e já perdi a conta de qtas vtrs consertei. mas repeito seu ponto de vista.</p>
<p>Simpson.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Desanimado</title>
		<link>http://www.casodepolicia.com/2008/05/13/o-homem-da-faca-e-a-policia-canadense/#comment-3948</link>
		<dc:creator>Desanimado</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 15:11:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casodepolicia.com/?p=639#comment-3948</guid>
		<description>Sr. Adriano, quais seriam os parâmetros para compararmos a nossa polícia com a da Paris, seria o salário, as condições de trabalho, ou talvez a periculosidade dos criminosos? Outra coisa, no seu texto você dá a entender que é preferivel termos policiais feridos a manifestantes. Porquê?
Quanto a Eldourado dos Carajas sugiro a você que leia e interprete o Código Penal, notadamente o Art.23 c/c 22, talvez mude de opinião.
Por fim, Sr.Adriano, cumpre lhe informar que, nesta &quot;republiqueta&quot;, o simples fato de estar investido em num cargo policial por si só já é um risco, e dos grandes por sinal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Adriano, quais seriam os parâmetros para compararmos a nossa polícia com a da Paris, seria o salário, as condições de trabalho, ou talvez a periculosidade dos criminosos? Outra coisa, no seu texto você dá a entender que é preferivel termos policiais feridos a manifestantes. Porquê?<br />
Quanto a Eldourado dos Carajas sugiro a você que leia e interprete o Código Penal, notadamente o Art.23 c/c 22, talvez mude de opinião.<br />
Por fim, Sr.Adriano, cumpre lhe informar que, nesta &#8220;republiqueta&#8221;, o simples fato de estar investido em num cargo policial por si só já é um risco, e dos grandes por sinal.</p>
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