Toneladas de Maconha

Semana passada a DCOD (Delegacia de Combate às Drogas) conseguiu apreender nada menos do que 5,6 toneladas de maconha trazidas para o Rio de Janeiro.

Hoje foi a vez da DRFA, que efetuou nova apreensão do entorpecente, desta vez 2 toneladas.

Link para a notícia.

A OAB no Rio de Janeiro vai promover um ato de defesa da livre expressão, depois que um advogado de seus quadros foi preso por insistir na tal “Marcha da Maconha”, enfrentando decisão judicial que proibia tal manifestação por considerar apologia ao crime.

Tô falando…

9 ideias sobre “Toneladas de Maconha

  1. conheci o blog hoje e gostei bastante, principalmente porque sou aspirante a ingressar na carreira de polícia civil, de preferência aqui no DF, onde moro (o salário é atraente mesmo) e, Deus querendo, na PF.
    Li que o blog recém voltou à atividade, portanto, desde já registro meus parabéns pela iniciativa e pela qualidade dos posts (já andei lendo algumas coisas e vi as fotos da interseg).

    Quanto ao assunto da “marcha da maconha”, acho estranho quanta repercussão está gerando. Eu, sinceramente, acho que deviam mesmo era legalizar algumas dessas drogas ou então proibir o cigarro e o alcool, até porque muito mais gente morre por ano pelo excesso de consumo dessas drogas do que nas guerras pelo domínio do tráfico. Isso significaria que a polícia poderia se concentrar na criminalidade de outras áreas e deixar quem quiser ficar doidão destruir seus neurônios. Lógico que não seria assim tão simples, mas, pelo menos haveria controle de qualidade (se é que dá pra fazer isso) e tributação do consumo.
    A nova lei de drogas que diminuiu drasticamente a repressão criminal ao usuário, o que talvez indique uma tendência à legalização, mas, se não indicar, penso que o melhor jeito de coibir o tráfico é atacar justamente o usuário, afinal, o usuário anda desarmado e não é, via de regra, perigoso, porém, sem eles, o traficante não ganha dinheiro e perde poder. Interromper o fluxo do dinheiro é mais fácil quando se ataca quem o tem e não que vai recebê-lo.

  2. Neto, agradeço a visita, e espero que passe sempre por aqui para compartilhar opiniões. É isso que nos engrandece!

  3. Que tal uma passeata para defender o uso indiscriminado de álcool? Do cigarro? Do sexo sem camisinha? Teriam um quórum imenso…mas seriam razoáveis?

    Usar a liberdade de expressão para justificar uma marcha nefasta e intelectualóide é demais!!! É negar a situação de quase-guerra civil que vivêmos nos grandes centros urbanos e a destruição causada pelas drogas já legalizadas e comercializadas normalmente!

    No dia que não tivermos menos jovens em situação de risco, prontos para entrarem nas fileiras do crime, estudando e com perspectiva de emprego, pais de família trabalhando, mães engravidando na hora certa, uma economia robusta, boa rede de serviços sociais, polícias bem pagas e um serviço público eficiente…talvez seja razoável pensar e marchar a favor da descriminalização das drogas ilegais! Talvez…

  4. Eduardo, obrigado pela atenção e pode deixar que eu pretendo dar uma lida no blog sempre que puder.

    Guto, concordo com você. Entretanto, como é impossível fazer todas essas ações ao mesmo tempo, talvez a situação de risco dos jovens envolvidos com drogas diminua caso algumas delas sejam legalizadas. Isso é uma opinião pessoal que eu confesso não estar cientificamente balizada, porém, podemos imaginar que só a diminuição do contato entre pessoas desempregadas e traficantes já poderia ser benéfica.
    Por outro lado, se os legisladores resolverem voltar atrás e não só voltar a punir, mas punir com mais rigor ainda os usuários, isso, em minha visão (que pode muito bem estar errada, é claro), ajudaria muito mais no combate ao tráfico.
    O assunto é interessante e polêmico. Só não acho que uma marcha seja apologia, na verdade. Apologia são os filmes americanos em que sempre podemos ver personagens usando maconha…

  5. O povo maia entrou em extinção antes dos espanhóis pisarem na América Central, simplesmente porque nos cogumelos que usavam em rituais religiosos continham substância similar ao ácído lisérgico (LSD). Os jovens dificilmente passavam dos 21 anos de idade e os adultos que eram “usuários eventuais” apenas as vezes ou conbebiam crianças deformadas, ou ficavam estéreis.

    Ou seja, não se sabe ao certo o tamanho dos efeitos no corpo humano com o uso frequente de todas as possíveis drogas.

    Precisamos pensar que essas drogas todas na América do Sul, estão ligadas à organizações criminosas e algumas terroristas também, como as FARC e o antigo Cartel de Medelin que acabou-se com um golpe de Minerva do agente Francisco Carlos Garisto.

    Precisamos pensar também que hoje os traficantes já possuem muitas armas e atuam em ramos diferentes do crime, como assalto a bancos, etc. Hoje os traficantes já emprestam armas para amigos delinquentes, as vezes até emprestam para os viciados ganharem um trocado para comprar mais droga.

    Se as quadrilhas do tráfico pararem de ganhar o seu ganha pão traficando, por certo teríamos uma explosão de crimes violentos em todas as cidades, porque eles que não ficarão em suas casas/barracos sem ganhar dinheiro.

    Os usuários ricos vão plantar a própria maconha e vende-la, pois os usuários ricos vão preferir comprar as drogas de amigos e de conhecidos, do que ir se meter no meio de um bando de pobres delinquentes.

    Ou seja, acredito piamente que a além de errada, a legalização trará um aumento impressionante nas outras modalidades de crimes… pois os traficantes vão perder seus clientes, mas não vão deixar de “trabalhar”.

  6. Ótimo Felipe, o que temos que fazer é não desempregar os traficantes, para que não haja a migração da criminalidade. Ou então, termos a hipócrita meta de acabar com o tráfico de drogas, em especial no Rio de Janeiro. Talvez consigamos fazer o que o mundo todo não conseguiu, a CIA, o DEA, Interpol, etc. Principalmente com o aparato policial existente, aliado com uma “inteligência” forte e pró-ativa, que seria eficiente se “derrubasse” o carregamento antes de chegar na mão dos aviõezinhos do morro. Porque quem mais lucra com o tráfico está na cobertura da Zona Sul, onde a Polícia nunca vai meter o pé na porta, tampouco o Caveirão para no hall do edifício. Vamos sonhar, proibir é a solução, pelo menos tem se mostrado viável no curso da nossa história, já que gostas de estórias…No tocante ao medo do policial de não voltar pra casa, peça exoneração e vá ser escriturário. Nessa atividade o risco será menor. Policial que não quer correr os riscos inerentes da atividade tem que mudar de profissão, e se isso é desculpa pra atirar primeiro, demorou, a sociedade não precisa de policial assim, que pra se “proteger”, põe em risco a coletividade. Absurdo.

  7. por favor eu sou uma criança que estou fazemdo uma pesquiza e eu queria fotos da maconha para o trabalho do proerd mas neste sait nao ha fotos da maconha entao por favor senhores voces poderian botar fotos da maconha?

  8. Quero parabénizar o agente da [DCOD]delegacia de combate ás drogas o [comando]por passar honestidade,seriedade e a sua principal virtude competência na sua profissão e no compromisso de servir e proteger na forma da lei.Não há espaço no mundo para falar das qualidades que possui este policial,a população se sente bastante protegida por saber que este agente esta na segurança pública cumprindo muito bem o seu papel social que é servir e proteger.Nos a população diante dos momentos que observamos este agente atuando,ficamos orgulhosos de ver a forma humana e correta na forma da lei como ele atua.Observamos que não é um teatro o que ele faz percebe-se que é a sua vida ser um excelente profissional.

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