Enfim, não tem como escolher, se não entrar no clima, o clima entra em você. Por isso mesmo prefiro a primeira opção.
Um amigo, e colega de trabalho, comentou esta semana que, a exemplo do que faz todo ano, passaria nos Correios para “adotar” uma criança. Eu nunca tinha participado desta ação e resolvi que seria agora, daí pedi que ele pegasse uma pra mim.
Calma, explico: os Correios recebem sempre cartas de crianças pedindo presentes à Papai Noel. Hoje muito adulto já deve estimular os pirralhos a escrever só pra ganhar presente (isso é ceticismo meu, desculpe), mas a idéia surgiu porque, efetivamente, as crianças acreditam naquele coroa que, a despeito do clima cada vez mais micro-ondas do Rio de Janeiro, aparecia coberto de roupas vermelhas e barbas brancas.
As idéias foram aparecendo, e hoje voluntários ajudam os Correios a fazer uma triagem das cartas, selecionando as que são mais verossíveis, e que contenham pedidos de crianças que vivem em famílias pobres. Não importa que seja o Governo (ou nós que o criamos) que os mantenha na linha da pobreza ou miséria. Não importa se lá estão porque seus pais são vagabundos. Não importa se sua família não suportou às doenças como o alcoolismo ou à falta de vergonha na cara dos usuários de drogas. O que importa é que a culpa não é da criança.
Resumindo, você, cidadão, vai até um determinado posto dos Correios, escolhe uma carta, e compra o presente que vai alegrar, mesmo que por instantes, uma criança que não tem muitas alegrias, nem materiais nem sentimentais. Não se preocupe com o valor do presente, tem para todos os bolsos, e eu achei um que cabe no meu, mesmo nessa época em que o salário do policial acaba mais rápido (15 dias?).
O projeto se chama Papai Noel dos Correios, e você pode ler mais aqui.
O que isso tem a ver com o assunto do blog? Não sei, você decide.
Veja aqui o posto dos Correios onde você poderá pegar uma cartinha e entregar o presente. Ainda dá tempo!







comente este artigo! ↓
Ninguém comentou ainda...Seja o primeiro a comentar este artigo!
Enviar Comentário