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Publicado em 06/12/2007 - Categoria: Indefinido

passeata policial

Evento organizado pelos familiares e amigos do colega Oficial de Cartório EDUARDO HENRIQUE DEMORO HAMILTON GRAÇA DA CUNHA MATTOS, o Dudu da CORE.

9 comentários »

  • Danillo Ferreira comentou:

    Eis uma passeata sem o cunho hipócrita que, não raro, vemos por aí. Se não posso estar fisicamente presente, deixo aqui minha participação em forma de incentivo ao evento…

  • PEPE comentou:

    E aproveitando o ensejo:

    IN RIO THE POLICEMAN IS FUCKED!

  • Deco/MG comentou:

    Eu particularmente me solidarizo com os colegas PC’s do Rio de Janeiro. Não vamos mais viver como caças. Que a morte de tantos colegas não seja em vão.

  • Joao/RJ comentou:

    ESSES AI EM CIMA AXO Q N MORAM, OU NUNCA FORAM N RIO DE JANEIRO…..
    C DESSEMOS O DEVIDO VALOR A TODOS OS POLICIAIS D RIO…
    ESSA BAGUNÇA ACABARIA…
    AXO MT INCOVENIENTE DA PARTE DESSE AI FALAR MAL D POLICIA…..
    EH UMA PENA…..
    BOPE NELES!!!!!
    MORTE AOS TRAFICANTES!!!!

  • Cris Ramalho comentou:

    Fui a passeata porque acredito no firme propósito que se não formos solidários e colocarmos o povo na rua reclamando, falando e propestando vai chegar a nossa vez de ser motivo de outras passeatas assim.

    Fui por ser cidadã de uma cidade desgovernada!

    Fiquei triste/admirada por não ver UM carro da CORE para pelo menos mostrar que a POLÍCIA estava ali presente. O helicóptero que ele fez essa última missão poderia ter passado por cima da passeata! Senti um ar de abandono. Posso estar errada, mas como uma total desconhecida da família e amigos esperava uma postura mais presente nesse sentido.
    Deixo aqui meus sentimentos à família e aos amigos.
    Deus abençoe seus corações.
    Atenciosamente
    Cristiane Ramalho

  • Miguel comentou:

    o problema é que se aparece uma viatura com o claro intuito de estar na passeata, pode ter certeza q a corregedoria, dá um ferro no pessoal.

  • Eduardo comentou:

    A passeata foi organizada pelos familiares e amigos particulares do Dudu, sendo que obviamente nada impediria (ao contrário) a presença de colegas de profissão.
    A não ostensividade de pessoas presentes demonstrando serem policiais ocorreu também por solicitação dos próprios amigos, conforme se depreende da leitura dos jornais, pois estavam temerosos que o ato se transformasse em algo político ou reivindicação de melhorias por parte dos policiais. Certamente esta última iria acontecer, ainda mais se os repórteres vissem determinados policiais que hoje já são conhecidos, iriam querer fazer entrevista.
    Quanto ao helicóptero, como não se tratava de um ato oficial, é inviável a utilização do mesmo, visto ser recurso público.
    Todavia, mesmo que a manifestação de desejo da sociedade por uma Polícia melhor tenha sido evitado, o ato foi uma forma carinhosa que os amigos do Dudu encontraram para lembrá-lo, como cidadão exemplar que era.

  • Vitor comentou:

    Desde ja pesso a Deus que abençoe tada a familia do dudu………

    mas pode ter certeza que ele não foi em vão

    to entrando pra policia pra tenar fazer a diferença assim cmo o dudu fezz!!!

    fike com deuss!!!

  • j. carlos - 264586-9 comentou:

    1.000 vagabundos mortos (de bermudas ou de terno) não compensam.
    Não pode ficar em vão. A bandidagem tem que voltar a saber que não pode atirar em polícia. Isso é uma lei não escrita que prevalece em qualquer lugar do mundo.

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