Colega PM atacado com Molotov

Incrível hein.

Enquanto fazia serviço de rotina, ocupantes de um carro que passavam arremessaram contra os policiais um coquetel molotov -uma bomba incendiária artesanal- que deixou um dos PMs, o SD Fábio Coimbra, com queimaduras em diversas partes do corpo, além do rosto e braços. Ele está internado em estado grave.

Isso não vos lembra outro lugar do globo terrestre? O Rio já não mais faz parte do Brasil, definitivamente.

Palmas aos des-governos do PMDB.

Servidor Público, Direito de Greve

Só para dar um toque nos mais frouxos:

O Globo:

BRASÍLIA – O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu nesta quinta-feira o direito de greve dos servidores públicos – que, mesmo previsto na Constituição Federal de 1988, nunca foi disciplinado por legislação específica. A mais alta corte do Judiciário declarou que o Congresso foi omisso porque, durante os últimos 19 anos, não tratou do tema. Os ministros do tribunal concordaram que, em casos de paralisação no funcionalismo público, deve ser aplicada a Lei 7.783, de 1989, que regulamenta as greves dos trabalhadores da iniciativa privada.

O Dia :

Brasília – Por maioria de votos, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou nesta quinta-feira que a Lei 7.783/89 (Lei de Greve), que regulamenta as greves da iniciativa privada, também pode ser aplicada para os servidores públicos. A proposta iguala as punições para os dois tipos de trabalhadores.

Os ministros do STF decidiram que, enquanto o Congresso Nacional não regulamentar o dispositivo constitucional que garante o direito de greve do funcionalismo público, vale a Lei 7.783, de 1989, que regulamenta a greve para o setor privado, guardadas as diferenças entre o serviço público e o privado.

Jornal do Brasil :

BRASÍLIA – Por maioria de votos, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou nesta quinta-feira que a Lei 7.783/89 (Lei de Greve), que regulamenta as paralisações da iniciativa privada, também pode ser aplicada para os servidores públicos.

Os dispositivos da lei obrigam que sejam mantidas em atividade equipes com a finalidade de assegurar os serviços cuja paralisação resultem em prejuízo irreparável.

Portal G1 :

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (25) que o direito de greve no funcionalismo público deve seguir as regras do setor privado enquanto o Congresso Nacional não aprovar lei específica sobre o tema.

O STF entendeu que houve omissão do Congresso. E que, diante da falta de regulamentação, deve ser aplicada provisoriamente a Lei 7.783/89 – que impõe limites ao exercício de greve na iniciativa privada. A Constituição Federal de 1988 prevê o direito de greve para o funcionalismo público. Mas, até hoje, o Congresso ainda não aprovou lei para regulamentar o direito. O Supremo não fixou prazo para que o Congresso aprove a regulamentação do direito de greve no serviço público.