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A Banda Podre ataca os Policiais Civis

Publicado em 02/09/2007 - Categoria: Notícias em Análise

Os leitores do Caso de Polícia sabem que alguns poucos policiais civis do Rio vêm travando uma grande batalha contra o crime organizado que se enraizou na Polícia Civil, Militar e outros órgãos, as máfias do jogo do bicho e máquinas caça-níqueis. Este grupo de policiais é o mesmo que vem buscando um salário digno para toda a categoria. Vejam, não é só questão de salários melhores, queremos tudo melhor. Queremos uma Polícia Civil que funcione.

A atual batalha tem diversas frentes. A mais evidente é porém contra as malditas maquininhas. Não temos apoio do Governador, nem do Secretário de Segurança e nem da Chefia de Polícia. As ações que vem sendo realizadas sustentam-se simplesmente porque ninguém pode nos impedir de cumprir a Lei.

Atentado contra o Delegado de PolíciaPassei o dia de hoje fora de casa, e fui comunicado por colegas que o Delegado Alexandre Neto havia sido vítima de um atentado. Foi alvejado com 9 tiros na frente de sua casa, sendo ferido em uma mão, braço e tórax. Graças a Deus contudo ele sobreviveu e não corre risco de morte.

Dr. Alexandre Neto, lotado na Divisão Anti-sequestro tem sido um aguerrido colaborador da tiragem, e está sempre presente em todas as nossas assembléias. O êxito da Operação Hurricane da Polícia Federal deve-se em grande parte à colaboração e informação do Dr. Alexandre. Por conta disso, a inspetora/deputada Marina Magessi foi flagrada em escuta da PF sugerindo ao também inspetor “Helinho”, seu amigo íntimo, que “desse um monte de tiros na cara do Alexandre Neto”. Ela chorou diante das câmeras, disse que estava só desabafando, e a imprensa esqueceu que ela existe.

Helinho, integrante do “bando dos inhos” era policial de confiança do então Chefe de Polícia Álvaro Lins, hoje Deputado Estadual pelo PMDB.

O Dr. Alexandre Neto também vem denunciando irregularidades em outras atividades na PCERJ, e serve de testemunha para o Perito Legista Daniel, que conforme adiantamos aqui também está lutando para livrar a polícia de criminosos.

O Inspetor de Polícia Alexandre Várzea morreu semana passada em um inacreditável acidente de trânsito quando pilotava sua moto. Ele também era testemunha nas denúncias de crimes feitos por Daniel, e já tinha avisado ao próprio Daniel que todos corriam o risco de serem “apagados”. Comunicados dos fatos, o Ministério Público solicitou à Chefia de Polícia proteção ao Perito, contudo nada foi feito, segundo o próprio Daniel.

Outros policiais já receberam “catuques” de que serão alvos de atentados. São muitos os interesses por trás das recentes ações terroristas, e muitos são os envolvidos.

O clima está tenso, e acho que o governo ou a Chefia de Polícia tem que se posicionar publicamente, e dizer de que lado está. Se da banda podre ou dos policiais civis. Se for destes últimos, que sejam tomadas providências para que todas as maquininhas sejam recolhidas, ou apenas providencie viaturas para o serviço, que será feito por pura e espontânea vontade.

Saibam mais pelos jornais:
O Globo
O Dia
Jornal do Brasil
Portal G1
Blog Pauta do Dia

01 comentário »

  • Anonino comentou:

    Me coloco como anônimo pelo seguinte motivo: Sou um reles mortal e se inspetores/agentes/delegados etc… ao falarem sobre sujeira são mortos imagina eu aki reles mortal?
    Primeiro só posso dar parabéns e bater cabeça ao Dr Alexandre Neto entre outros q tem a coragem de além de se materem longe da sujeira tem disposição pra denunciar de peito aberto essa podridão e com isso provar q existem policiais corretos e honestos, pena q policial honesto não da ibope e nem vende jornal, venho tentando localizar o Dr Alexandre Neto pra dar mais uma denuncia sobre ” Dr. Delegado” Ricardo Hallak envolvidos por denuncias nessa sujeira toda é o único q vi na mídia ser indiciado também por facilitação ao contrabando e a grande coincidencia disso tudo é q a enteada Cynthia Cristina Fiffe do “Dr. Ricardo” tem uma loja de nome Celular R no Info Shop Icaraí, na Rua Gavião Peixoto, 117 – box 06 – Niterói q vende prodotos de contrabando sem nota fiscal da compra dos produtos e também não emite NF dos produtos q vende, sua loja não tem registro, licença, CNPJ e legalmente não existe, além de em uma única loja termos uma serie de crime em um uníco ato, do contrabando a sonegação fiscal, e toda vez q tinha problemas usava o nome do padrasto. Hj o nome do padrasto mais uma nota de um real vale R$ 0,50. Quando isso vai acabar? Será q mesmo estando preso ele continua abonando atos criminosos seus e dos seus? Fui cliente nessa loja, comprei um fone pra mp3, ela se recusou a emitir nf, deu garantia de 3 meses, em 2 dias o fone pifou fui trocar e ela disse q o fone tava bom e eu q por ser relaxado destrui por mau uso e que não trocaria, ao sondar pelo info descobri q ela é assim mesmo e acha q pode tudo tudo pq se diz filha do ex chefe de policia civil hj preso em Bangú. E aí cade a DEFAZ? Prefeitura etc?

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